Review do show em Orlando

A The Pretty Reckless se apresentou na House Of Blues, em Orlando, dia 04 de novembro. O site Alternative Nation fez uma review de como foi a apresentação da banda. Confira abaixo:

São 19h00 de uma sexta-feira, estou cercado por uma multidão de pessoas de todas as idades, e estou na frente do palco - eu estou na House of Blues em Orlando, esperando para ver The Pretty Reckless pela quarta vez.

Eu vi a banda em três festivais: "Welcome to Rockville" & "MMRBQ" em 2015, e "Voodoo Festival" no último fim de semana. Esta seria a primeira vez que eu iria vê-los tocar como atração principal em seu próprio show, e à noite também.

20h00 no relógio e a primeira banda de abertura sobe no palco. (...)

Finalmente, por volta das 22h05, as luzes se apagam. Ben Phillips, Mark Damon e Jamie Perkins sobem no palco e assumem suas posições.

Sons de grilos e efeitos sonoros pornôs começam a ser ouvidos com uma figura loira, esbelta e alta caminhando para o centro do palco e agarrando o microfone. Ela abaixa a cabeça e começa a balançar quando o prato da bateria começa a intensificar e as sirenes da polícia ecoam. As luzes explodiram quando o grupo bateu as primeiras notas de "Follow Me Down", com a figura esguia e alta lançando seus cabelos loiros ao ar.

Se esta abertura do show não lhe provoca uma corrida de sentimentos conflitantes, você provavelmente precisa reavaliar seu gosto para apresentações ao vivo.

Depois que a canção termina, Taylor Momsen grita para Orlando para apresentar a banda.

Em seguida, eles invadem com "Since You're Gone", do seu primeiro disco. Momsen rasteja ao redor do palco de lado a lado, gritando sobre como sua vida está "muito bem na verdade" ("quite nicely actually").

"Oh My God" vem depois, cheia de instrumentais balísticos e vocais roucos, seguida de "Make Me Wanna Die" e "My Medicine", onde Momsen pegou sua guitarra e perguntou quem estava bebendo naquela noite, dedicando a música para eles.

"Vocês estão ótimos pra c***lho esta noite... isso é tão doce, cara. Tão doce que posso chamar vocês de 'coisas doces'..." (sweet things).

"Sweet Things" é geralmente uma das melhores performances do set. Com uma combinação de baixo/batida da bateria e guitarra nítida, a faixa começa pesada e rápida antes de se acalmar, onde Momsen e Phillips cantam para frente e para trás um de cada vez. Momsen dança sedutoramente enquanto Phillips sugere para ela "entrar" para "algumas coisas doces" (“come inside i've got some sweet things”).

Esta canção fica mais notável ainda no grito de Momsen “Hey where ya goin? I wasn’t through. I’m gonna have my way with you”. Sua voz soa quase demoníaca enquanto o grito desce e ela cai no chão.

Calafrios.

A seguir vem "Living in the Storm". Depois, eles apresentam "Heaven Knows", lembrando que foi a música de rock número #1 em 2014 graças a seus fãs, e que ela ainda não acredita. Ela começa com alguns riffs de guitarra em homenagem a "Another Brick in the Wall" do Pink Floyd antes de explodir na pista em si. A multidão foi super comprometida durante esta música. Eles tocaram "Going to Hell" depois, que foi outra boa para a participação da multidão.

Eles terminaram o set com "Take Me Down", onde Momsen pegou sua guitarra novamente. Em seguida, eles voltaram e tocaram "Fucked up World" como um bis, depois correndo para fora do palco enquanto Jamie Perkins fazia um solo de bateria estendido que foi acompanhado por várias faixas de apoio.

Minha mente não podia estar mais impressionada do que qualquer outra vez que os tinha visto.
É muito interessante ver a forma como a banda evoluiu e a maneira como eles tocam as músicas do seu primeiro disco agora. Sendo que as faixas do Light Me Up tinham mais um ar de músicas produzidas para estúdio e orientadas pro pop, eu realmente gosto do toque hard-rock que eles têm implementado nelas.

Se há algo que eu gostaria de ver diferente em performances futuras, é a inclusão de algumas músicas mais lentas no set. Eu vi em algumas de suas setlists que eles estavam tocando "Just Tonight", que eu teria adorado ouvir ao vivo. Todo rock and roll precisa de uma música calma aqui e ali. Um que as pessoas possam balançar e manter seus isqueiros levantados para cima.

Além disso, espero ver mais músicas novas adicionadas aos sets também. Isso provavelmente exigiria um set mais longo, mas músicas como "Hangman" e "The Devil's Back" definitivamente merecem um lugar nesta turnê.
Tradução por Fc Cold Blooded.

FAÇA SEU COMENTÁRIO