Entrevista da Taylor Momsen para o site G1


A gravadora Lab 344 (que trouxe o Going To Hell ao Brasil) anunciou recentemente que Taylor Momsen ia conceder entrevistas para artigos brasileiros. Confira abaixo a entrevista para o G1:

Parece que não tem volta mesmo. Após pavimentar a carreira de atriz com papéis quando era criança (“O Grinch”) e adolescente (“Gossip Girl”), a loirinha Taylor Momsen só quer saber de rock.
A ex-atriz de 20 anos lança “Going to hell”, seu segundo disco com o Pretty Reckless. A banda deve retornar ao Brasil em agosto com as novas canções, adianta Taylor, em entrevista por telefone ao G1.

G1 – O que mais mudou na banda do primeiro para o segundo disco?
Taylor Momsen – O mais diferente é que uma coisa é eu ter 14, 15 anos… Outra é ter 19, 20. Eu sinto que estou mais madura e que estamos menos produzidos, mais crus. São só os intrumentos: guitarra, baixo e bateria. Hoje, o nosso som no estúdio e ao vivo é quase a mesma coisa.

G1 – Você pediu aos seus fãs que escutassem o disco completo e não só fizessem download de uma ou outra música. Por que pediu isso a eles?
Taylor Momsen – É um disco, não é uma coleção de singles. As canções fazem mais sentido juntas. São uma obra, capturam o que somos. Existem poucos discos hoje, vivemos uma cultura de singles. Mas acho que sempre vão existir álbuns. Eles podem até perder força, mas sempre voltam.

G1 – Você já disse que não quer mais ser atriz. Não lê roteiros, não aceitaria um papel que gostasse?
Taylor Momsen - Eu estou feliz só no rock. Já é um trabalho que toma todo o meu tempo e toda a minha cabeça.

G1 – O novo disco parece ter influência do rock mais old school. Às vezes, faz lembrar Joan Jett. Concorda?
Taylor Momsen - Joan Jett não é uma influência direta, mesmo eu sendo bastante fã. Sinto mais a inflência de Beatles, Led Zeppelin, Who, AC/DC, Soundgarden… Esses são meus favoritos. Em breve, vamos ter a chance de tocar com o Soundgarden em um festival…

G1 – Pretende retornar ao Brasil?
Taylor Momsen - Fazer shows de novo no Brasil está nos planos. Deve ser no fim de agosto. Amamos o Brasil… Os fãs são loucos.

G1 – Na Argentina, uma fã nua subiu ao palco e te deu um abraço. Isso já é algo normal para você ou ainda se surpreende com esse tipo de reação?
Taylor Momsen - Isso é rock ao vivo, sabe? (risos) Não espero sempre esse tipo de coisa, mas acontece. Não tem como prever, é ótimo. Os fãs são malucos. Eu não esqueço esse tipo de coisa…

G1 – Você ficou pelada em dois clipes: ‘Heaven Knows’ e ‘The words’. Por que resolveu fazer isso?
Taylor Momsen - Eu fui codiretora, escrevi os roteiros… É uma das cenas, ficar nua não é a ideia toda. Eu queria criar algo como uma versão ao vivo da arte do nosso novo disco. Era só uma cena rápida. Eu entendo a mídia mostrar uma foto em que estou nua, fora do contexto do clipe. Não estou interessada nos sites de celebridades, mas entendo a existência deles.

G1 – Fãs costumam te mandar fotos de tatuagens em homenagem à banda. Você já ficou assustada com alguma das tattos?
Taylor Momsen - Toda hora fico… Uma tatuagem é um elogio e tanto. Eu sempre acho que eles estão fazendo loucuras. Até porque eu só tenho uma tatuagem pequena, bem pequena. Eu era bem nova, mas não gosto muito de tatuagens.
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