"Going To Hell" : O que devemos esperar do álbum?



O inferno continua sendo uma fonte de inspiração para todos os tipos de arte. É impossível catalogar quantos livros, filmes, peças, e gravações foram produzidas sobre o assunto. No entanto, a fascinação do mundo com o grande e velho inferno nunca diminui ou dissipa.
Going to Hell, o segundo álbum do The Pretty Reckless, flerta com esses temas, principalmente na áspera e estrondosa faixa-título. No decorrer de um riff cheio de reviravoltas e um ritmo bombástico, Taylor Momsen, frontwoman da banda, anuncia com confiança, “Eu vou para o Inferno”.

“Temos tanta coisa insana acontecendo nas nossas vidas, nós queríamos resumir tudo em uma frase,” ela lembra. “Going to Hell pareceu bem apropriado. Eu cresci como católica e fiz toda aquela coisa de catequese, então é a minha ‘língua materna’. Usamos religião como uma metáfora, mas a música relaciona-se aos problemas que todo mundo enfrenta. Eu acho que esse é o momento perfeito para estarmos fazendo o que estamos fazendo.”

NOVA MÚSICA: “HEAVEN KNOWS”

Você deve conhecer alguma música do novo álbum (Going To Hell, Burn, Fucked, Follow Me Down, Sweet Things), mas não a que se chama “HEAVEN KNOWS”. Essa faixa ainda desconhecida foi classificada como “intensa”. Nela, uma batida longa ressoa enquanto um rosnado sedutor produzido por Momsen ecoa e ela simultaneamente conduz um coral de crianças.
No fim das contas, GOING TO HELL representa o rock ‘n’ roll em sua forma mais pura. The Pretty Reckless não se contém. “Nós fizemos esse álbum com a concepção de que não haveria limites,” Momsen conclui. “Nós não seguimos nenhuma fórmula ou tendência. Dizemos qualquer coisa que queríamos dizer. Isso somos nós.”

Noticia original por Taylor Daily, traduzido pela equipe do Fc Cold Blooded.


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