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21 janeiro

Show em Nottingham, Reino Unido (19/01)

Ontem (19/01), a The Pretty Reckless realizou o primeiro show da segunda parte da Who You Selling For Tour. A banda se apresentou em Nottingham, Reino Unido, em um um show esgotado para mais de 2 mil pessoas. Eles tocaram 16 músicas ao todo em um show eletrizante. Confira abaixo vídeos e resenha do show:

REVIEW (Feita pelo site Nottingham Post)

Depois de os três membros da banda, o baterista Jamie Perkins, o guitarrista Ben Phillips e o baixista Mark Damon, tomarem suas posições, quando a vocalista Taylor Momsen chegou ao palco, ela foi recebida pelo público gritando enlouquecido. 
Pela abertura com Follow Me Down, de seu álbum de 2014, Going To Hell, era fácil ver por que eles são uma das bandas mais quentes no momento. 
Com o seu rock de Nova York, o set continuou com as favoritas dos fãs desse álbum e do álbum de estréia, Light Me Up, eles dominaram as coisas tocando Sweet Things e Heaven Knows seguido por Just Tonight e Make Me Wanna Die, com Momsen tocando guitarra em algumas das faixas. Vestida com seu preto marcante, ela estava em boa forma, saltando pelo palco, agitando seus cabelos loiros e estendendo a mão para os fãs que estavam na fila a sua frente. Com sua voz única, suave mas forte, era fácil ver por que a banda estava contente em deixá-la assumir a liderança.  Enquanto The Pretty Reckless pode parecer a alguns como "o show da Taylor Momsen", não há dúvida do talento dos outros três Em turnê para promover seu mais recente álbum, Who You Selling For, algumas músicas novas foram tocadas. Hangman e Prisoner foram muito bem recebidas antes de Take Me Down com seu coro repetitivo seduzir a multidão a gritar junto. A The Pretty Reckless provou ontem à noite por que eles estão atualmente sentados no topo do mundo do rock. Com suas canções que variam do melódica a ruidosa, têm algo para todos, e ontem à noite entregaram não apenas um rock, mas um belo imprudente (pretty reckless) rock n' roll.
SETLIST
Follow Me Down
Since You're Gone
Oh My God
Hangman
Make Me Wanna Die
My Medicine
Prisoner
Sweet Things
Light Me Up
Just Tonight
Who You Selling For
Living In The Storm
Heaven Knows
Going To Hell
Take Me Down
Fucked Up World
VÍDEOS


Follow Me Down




Oh My God

           


Hangman

           


Make Me Wanna Die

           


My Medicine

           


Prisoner

           


Light Me Up

           


Just Tonight

           


Who You Selling For

           


Living In The Storm

           


Heaven Knows

           


Take Me Down

           
19 janeiro

Entrevista da Taylor para Refinery29 sobre a parceria com a Marvel



A Marvel apresentou um novo vídeo sobre a personagem Capitã Marvel e a música escolhida como trilha sonora foi Wild City do novo álbum da The Pretty Reckless, Who You Selling For. Taylor Momsen deu uma entrevista ao site Refinery29, falando sobre a parceria da banda com a companhia de quadrinhos. Confira:

Conte-me um pouco sobre a colaboração com a Marvel.
Foi uma ligação muito emocionante de receber. Eu sou uma grande fã da Marvel, então qualquer chance de vincular nossa música com a Marvel é muito animador para nós.

O que atraiu você para o projeto em particular – há algo sobre Carol Danvers que fala com você?
Bem, ela é a super-heroina mais poderosa no universo Marvel, então obviamente, como mulher, posso me identificar com isso. Se você pudesse ser uma super-heroina, não ia querer ser a Capitã Marvel?

Com certeza. Você era fã antes? Há quanto tempo você lê quadrinhos?
Provavelmente a minha vida toda. Eu fui mais a fundo na minha vida adulta, quando os filmes saíram, mas meu pai era um enorme fã de quadrinhos. Todos da banda [somos] grandes fã de quadrinhos, então isso faz parte da minha vida há muito tempo. Quero dizer, minha guitarra tem o The Punisher nela!

Como você veio trabalhar no projeto? A Marvel aproximou-se de você com uma música em particular?
Eles se aproximaram de nós e escolheram a canção “Wild City”, que é sobre uma garota na cidade, então meio que encaixa com o fato de Carol Danvers ser uma mulher poderosa na cidade.

Os quadrinhos ainda são vistos como um espaço dominado pelos homens. Por que você acha que as mulheres também devem ler quadrinhos?
Eu acho que os quadrinhos – assim como a música ou qualquer tipo de entretenimento – permite uma fuga da realidade, e eu acho que é algo bem válido.  Tipo, não é só uma fuga, mas pode fazê-lo sentir como algo maior do que nossa humanidade cotidiana, e isto te dá algo para se inspirar. Os quadrinhos definitivamente ajudam na criatividade. Eu acho que se você é uma mulher ou um homem entrando nos quadrinhos, todo espaço é poderoso.

Eu estava conversando com Margie Stohl e Sana Amanat da Marvel, e falamos sobre como, sempre que leio sobre histórias em quadrinhos ou filmes, a Carol Danvers é meio que vista como a versão feminina do “Iron Man” ou a “versão feminina” de algo. O que você acha que é preciso para as pessoas a verem um enredo dirigido por mulheres pelo o  que ele é, e não como a versão feminina de outra coisa?
Eu acho que todo mundo tem uma perspectiva diferente sobre isso. Quero dizer, para mim, eu sou obviamente uma mulher em uma banda de rock, mas eu realmente não vejo dessa forma. Eu vejo isso como todos nós tocando música e todos nós fazendo a mesma coisa, mas definitivamente há um estigma nisso que eu acho que não foi embora ainda, mas certamente está começando a se dissipar mais e mais. Você está vendo cada vez mais mulheres como front-band; você está vendo cada vez mais artistas femininas surgindo. Então eu acho que isso é uma coisa boa. Acho que a separação de gênero está começando a se dissolver mais do que no passado.

Você tem um super-herói favorito?
Eu tenho vários super-heróis favoritos, eu não posso escolher apenas um. Sou uma grande fã do Thor, da Capitã Marvel, sou uma grande fã do The Punisher, então é difícil escolher apenas um super-herói. Acho que vou com The Punisher , só porque está na minha guitarra e ele é tão mal, como você não pode gostar do The Punisher?

Você está animada para o filme? Você tem opiniões sobre a Brie Larson interpretando Carol Danvers?
Estou super animada; sou uma grande fã dela. Eu acho ela muito talentosa, então estou muito animada para ver o que ela fazer com o personagem. Eu amo o  filme “The Room”, ela estava fantástica, então estou bem animada para ver o que ela fazer com a Capitã Marvel. Eu acho que ela foi uma ótima escolha.

Eu sei que você disse que nunca atuaria novamente, mas você já considerou talvez se envolver em um filme Marvel?
Eu sempre disse, atuar é como se fosse minha infância neste momento, é como se fosse uma vida passada, mas eu sempre digo que se houvesse uma chance de voltar a atuar teria que ser com a Marvel, porque quem não quer ser um super-herói?

Quem você gostaria de ser como super-herói?
Eu meio que pareço com a Carol Danvers, mas eles não me ligaram. Eles chamaram a Brie Larson. Ela conseguiu meu papel…

Que qualidades são heróicas para você?
Bem, eu acho que a força é heróica. Ter, não apenas força física, mas força interior e poder real, o que é obviamente o que torna os quadrinhos tão divertidos. Eles pegam elementos humanos de poder e capacitação de mulheres e homens e os colocam nesta categoria de “super”, que todo mundo quer ser. Tipo, se você pudesse ter superpoderes, todos não diriam “sim” a isso? Então eu acho que ter poder interno e força é uma qualidade que deve ser apreciada.

Se você pudesse ter um superpoder, qual você escolheria?
Essa é uma pergunta difícil. Voar não seria ruim, eu acho que seria muito legal voar. Esse seria provavelmente o meu poder número um, e super-força. Quero dizer, se você pudesse ser super forte, isso não faria mal a ninguém – ou faria.

Que outros projetos você tem a seguir?
Acabamos de lançar nosso último disco, Who You Selling For, então estamos nos preparando para voltar em turnê pela Europa e depois vamos para a América do Sul
.  Nosso novo single, “Oh My God”, acabou de sair e estamos nos preparando para lançar o vídeo, o que é muito animador, então se você ainda não ouviu, confira!

A iniciativa “Marvel Music Spotlight” visa introduzir novos fãs no universo de quadrinhos através da música. Você vê um futuro na música destacando os quadrinhos e vice-versa?
Eu acho que definitivamente poderia haver uma parceria. Na minha opinião, a coisa mais próxima da realidade em ser um super-herói é uma estrela do rock. Eu não posso voar, então eu peguei um microfone ao invés. Acho que definitivamente há uma combinação de poder, em ser uma front-band. A música capacita as pessoas, os quadrinhos podem capacitar as pessoas, e elas realmente permitem uma fuga criativa. Acho que há definitivamente um ponto de fusão que faz sentido.

O que você espera que as pessoas tirem deste vídeo?
Eu espero que eles conheçam a Capitã Marvel, e espero que eles comecem a investigar o personagem e realmente entrem de cabeça nela porque o filme vai ser incrível. Espero que eles saibam quem eles vão ver.

Tradução por OnlyTPR.


08 janeiro

Entrevista da Taylor Momsen para o Huffington Post


Taylor Momsen deu uma entrevista para o site The Huffington Post onde falou sobre a criação de novas músicas para o próximo álbum, a vinda da banda a América do Sul e mais. Confira:

Quando Taylor Momsen entrou na indústria da música com sua banda The Pretty Reckless em 2010, a banda estava crescendo firmemente na ramo mainstream. Seus dois primeiros álbuns, Light Me Up e Going to Hell, chegaram ao topo das paradas da Billboard com os singles "Make Me Wanna Die" e "Heaven Knows". Agora em turnê para promover seu mais recente álbum Who You Selling For, a The Pretty Reckless amadureceu como uma banda e isso é certamente exibido em sua música. Seu novo álbum mostra o quanto The Pretty Reckless cresceu como uma banda em um negócio que está sempre mudando. Eu falei recentemente com Momsen sobre a viagem de sua banda com o novo álbum e seus pensamentos sobre a indústria da música em constante evolução.


Como vocês começaram a trabalhar no novo álbum?

Bem, nós fizemos turnê com o Going To Hell por aproximadamente 2 anos e meio, e nós estávamos muito prontos para o material novo. Então, quando saímos da turnê, Ben e eu praticamente pulamos para o processo de escrever. Uma vez que tivemos uma quantidade de músicas que eram boas, nós trouxemos algumas para a banda e pulamos imediatamente para o processo de gravação, o que levou um pouco mais de seis meses. Houveram algumas coisas um pouco diferente para nós desta vez em torno da gravação, esta foi a primeira vez que trouxemos músicos de fora, o que foi legal. Nós quisemos muito capturar o elemento humano que eu penso está faltando em muitas músicas hoje em dia. Então, estávamos aptos a receber um tecladista e a banda ter backing vocals. E ter todo mundo tocando na música realmente elevou o processo dentro e fora das músicas. Elas assumiram um tipo de nova vida que talvez elas não teriam se não fizéssemos isso. Então isso foi muito importante para nós e eu acho que realmente trouxe o álbum para a vida.


Qual foi a inspiração por trás das novas faixas?

Tudo, quero dizer, a vida. Tudo vem da minha cabeça, então é tudo. É a partir de experiências pessoais e coisas que eu testemunhei para o que está acontecendo no mundo ao nosso redor e comentários sociais. É principalmente a inspiração que vem de lugar nenhum, então você realmente não sabe, é o que torna a escrita um processo tão tortuoso. Pode levar 10 anos para escrever uma canção ou pode demorar cinco minutos, mas você nunca sabe quando ele iria golpeá-lo como um relâmpago. Você apenas tem que esperar por isso e usar o lema, 'Tente não tentar', porque se você tentar escrever algo, você vai inevitavelmente falhar. Você tem que esperar e manter sua mente aberta para qualquer ideia bater-lhe e esperar que a ideia o leve a algo maior.


Houve alguma coisa que você aprendeu com os dois últimos álbuns que a ajudou a fazer esse?Eu acho que nós todos ficamos mais velhos e acho que aprendemos depois de fazer turnês por tanto tempo, nós realmente queríamos fazer um disco que soasse como a banda soa ao vivo. Por um lado nós fizemos isso, e por outro lado, absolutamente não fizemos, porque tínhamos todos esses músicos convidados. Então, por que somos uma banda de quatro peças, uma banda de rock and roll, tiveram outros elementos, mas tudo se completou. Nós queríamos muito gravar como uma banda ao vivo e acabar com isso de usar over dubs e coisas assim, por isso é muito mais a captura da magia de quem está tocando e a captura de um momento no tempo que é mágico e não pode ser repetido. Muito deste disco é muito parecido com o primeiro. A música 'Take Me Down' é um bom exemplo, em que o vocal dela, literalmente, é uma faixa de teste, assim como a guitarra, foi a primeira vez que tocamos e não repetimos isso. Essa foi a magia, então fizemos isso de forma muito orgânica, onde tentamos capturar o momento que era mágico e não poderia ser repetido. Realmente ouvir quem está tocando, a pessoa por trás da nota, e cada pequena oscilação ou os vocais, cada pequeno toque na corda da guitarra importa. Todos os bits são importantes porque você pode ouvir a pessoa. Ao capturar esse elemento humano, espero que as pessoas se conectem aos seres humanos em um nível mais profundo, e muitas músicas atualmente estão alinhadas doentiamente. Na minha opinião pessoal, eu acho que as imperfeições são o que pode fazer um álbum perfeito.


Houve algum desafio quando você trabalhou neste disco?

Sempre há desafios e sempre há altos e baixos. Acho que o maior desafio no início foi do nosso baterista, Jamie, que entrou pra gravar o álbum e machucou o braço, então ele não pode tocar no início por um par de semanas, então nós tivemos que fechar as gravações. Então foi um bom começo, mas ele melhorou e nós continuamos. Nós tivemos nossos altos e baixos, mas isso é como acontece porque você está criando algo do nada, mas nada drástico. Ninguém entrou em qualquer queda de braço ou qualquer coisa assim, então foi bom.


Você teve alguma expectativa ou reação quando o álbum saiu?

Eu não acho que estivéssemos realmente esperando por nada. Nós realmente não pensamos sobre isso desse jeito. Nós fazemos música para nós porque estaríamos fazendo isso mesmo se não fosse lançado. É uma parte da nossa identidade e é quem somos. Então nós fazemos isso para nós mesmos, então eu sempre digo que é como se eu tivesse essas crianças e, em seguida, uma vez que você as coloca no mundo não é mais nossa. Já não nos pertence; Ela pertence ao mundo. É como mandar um garoto para a faculdade. Você faz o seu melhor e, em seguida, você o coloca para fora. Então nós realmente não pensamos nisso. A única coisa que pensamos é, se nós não gostamos pessoalmente de algo então nós não lançamos. Se estamos felizes com isso, é isso. Se outras pessoas gostam, isso é legal. Se não, isso é legal também, há outras bandas pra ouvirem.


Vocês têm certa crueza e originalidade em sua música. Quais são seus pensamentos sobre como a indústria da música está mudando?

Bem, eu acho que estamos em um momento decisivo agora, não apenas com a música, mas também com o que está acontecendo no mundo. Ou vai para a esquerda ou vai para a direita. Acho que estamos em um ponto de inflexão esperando para ver o que vai acontecer. Mas acho que os músicos vão se intensificar. Música pode ajudar a salvar vidas e influenciar de forma positiva. A música certamente salvou minha vida repetidamente, espero que a música possa fazer isso novamente. E eu acho que é hora de a música ter um período de renascimento, novamente, porque seu trabalho é ético, como quando você olha para a história da música tipo nos anos 60 ou 70, onde todo mundo estava muito capacitado e a música foi grandiosa, em seguida, os anos 80 veio e tornou-se um pouco mais comercial e pop. Os anos 90 vieram e houve outra onda de grande arte que realmente afetou todos e, em seguida, a década de 2000 veio e tornou-se muito pop novamente. Espero que rock and roll tenha um ressurgimento em breve e eu acho que estamos em um momento de mudança onde é necessário, então eu espero todos os passos até esse banquete. Estamos tentando.


Existem novos artistas que você está ouvindo constantemente?

Na verdade não, eu tendo a furar os clássicos porque eles são chamados de clássicos por uma razão. Você não pode bater os Beatles. Porém estou ansiosa para o novo álbum do Soundgarden, que posso dizer que estou muito animada para isso porque King Animal é incrível, então eu mal posso esperar para ouvir o que eles vão fazem em seguida.


Quando vocês executam as músicas no palco, quais destas músicas você acha que deixa os fãs mais animados quando tocam ao vivo?

Estamos lentamente adicionando material novo porque eu queria que o disco se sentasse lá fora e que o público pudesse ouvir o nosso sangue, suor e lágrimas por um minuto antes de ouvir a desprezada interpretação do rock and roll. Estamos lentamente adicionando novo material, mas baseado no que nós adicionamos até agora, 'Oh My God' é realmente divertida, 'Take Me Down' é incrível, a plateia canta junto. "Prisoner" é realmente divertida, "Living In The Storm". Quero dizer todas elas são, é difícil escolher uma, como eu disse, elas são todos os seus filhos, então elas são todas uma explosão. Depende da noite, às vezes funciona melhor uma noite ou funciona melhor outra noite por isso você nunca sabe, mas todas elas.


Alguma coisa louca já aconteceu no palco?


Nada ainda... Quero dizer, literalmente fazemos tudo no palco. Eu acabei deslizando no início da turnê e eu torci meu joelho, então ainda estou me recuperando disso. Eu atingi o palco realmente muito forte em um ângulo errado. Nós exalamos energia e damos tudo no palco todas as noites, de modo que é tudo o que podemos fazer, tentar fazer o melhor show possível. Esse é o mais louco que fizemos até agora, mas os fãs parecem estar gostando, então estamos empolgados.


Você parece gostar de tocar com outros instrumentos, como por exemplo pandeiro, durante suas apresentações. Como você decide o que você quer usar no palco?

Bem, é música, então eu tento tudo. Eu toco um pouco de piano, percussão e um pouco de guitarra, obviamente. Eu toco um pouco de bateria, não tentando tirar os tambores de Jamie tão cedo, mas eu tento com o básico. É música, portanto, quando você está escrevendo, você está usando qualquer ferramenta ou qualquer coisa à sua disposição. Você essencialmente descobre como tocá-los para que você possa usá-los como uma técnica de escrita.


Sabe, você disse que está trabalhando em novo material. Será que isso acabará por se tornar um novo álbum em algum momento mais em breve?

Estamos sempre trabalhando em novos materiais. É difícil escrever na estrada, porque para Ben e eu, isso requer isolamento e você nunca está sozinho na estrada. Você está constantemente em torno de 12-13 pessoas que vivem em um ônibus e você nunca tem tempo com seus próprios pensamentos. Você está sempre anotando ideias, mas realmente a verdadeira carne do material ou nova canção vem quando você sai da estrada e toma todas essas pequenas manchas de ideias que você teve na estrada e os torna em algo real. Temos algumas músicas que não gravamos para este disco que ainda amamos e que vamos tentar entrar no estúdio quando tivermos uma chance e nocauteá-las. Eu não sei quando isso vai ser porque eu olhei para o nosso calendário de turnê atualmente e está passando por 2018, então eu não sei quão rápido esse novo material realmente vai ser gravado.


Bem, então há um tanto de datas de turnê vindo para vocês.

Sim e também vamos fazer outro vídeo, fazer novos vídeos de músicas, depois vamos para a Europa no ano novo e depois para todos os lugares. Eu não posso listar os lugares porque estaremos em toda parte; Nós vamos fazer turnê ao redor do mundo e então vamos rodar ele outra vez. E isso inclui a América obviamente.


Quais cidades ou países vocês estão ansiosos para tocar?

Bem, estamos ansiosos para voltar para a América do Sul porque já estivemos lá uma vez e tivemos um grande momento. A plateia lá é louca pra car*lho. Nós nunca fomos a Nova Zelândia, que está na lista dessa vez, portanto estamos esperando ansiosamente por isso. Quero dizer, em todos os lugares tem uma vibração diferente e ao mesmo tempo, a mesma vibração, porque todos estão lá pela música e com a mesma intenção. É sempre uma experiência muito positiva subir no palco e gritar em um microfone todas as noites. É o melhor trabalho do planeta.


Que tipo de futuro você vê com a banda? Você planeja continuar a fazer música com eles?

Absolutamente. Eu acho que o objetivo com, provavelmente qualquer banda, que é certamente a nossa banda é a qualidade e longevidade e essas são as duas coisas. Nós só queremos continuar melhorando como indivíduos e como uma unidade, continuar a fazer música nova, melhorar a nós mesmos cada vez, e longevidade. Fazer isso até que não possamos mais fisicamente fazer, fazer até não sermos mais capaz. Porque eu estou fazendo isso sentada no sofá em casa, então eu poderia muito bem fazer para todos os outros.
Tradução por Fc Cold Blooded.
28 dezembro

Nova entrevista para a Kerrang! Magazine


Taylor Momsen deu uma entrevista para a Kerrang! Magazine falando sobre os planos da banda para 2017, a nova parte da turnê que inicia em janeiro e mais. Confira:


Imprudente e implacável em 2017 e além!

O que podemos esperar de sua turnê europeia de janeiro?
É um show totalmente novo para nós. Haverá algum material antigo, é claro, mas também estaremos trazendo músicas do novo álbum (Who You Selling For) que vocês não tiveram a chance de ver ainda. Estamos apenas trabalhando nos detalhes agora, mas mesmo se você já nos viu antes, será uma experiência totalmente nova.

Sair em turnê é como voltar para casa de novo?
Sim, é um tipo diferente de casa, mas é uma casa no entanto. Nós realmente somos como uma família - desde nossa equipe até os caras da banda. Demorou algum tempo para se acostumar quando comecei. Dormir em um ônibus ainda é um desafio por causa do movimento. Ainda existe um período de ajuste quando começamos qualquer turnê. Você está mudando de fusos horários, entrando em ritmos diferentes, mas nós caímos nela muito rapidamente agora!

Como você se sente vendo pessoas de todo o mundo se conectar com sua música?
É impressionante, realmente é. Estar entregando algo que eu criei no meu quarto e colocando lá fora, e agora todo mundo está cantando essas canções que eu escrevi por mim e para mim. É um sentimento insano e o maior elogio que você pode receber como um escritor.

Você tem planos para 2017, além da turnê europeia, que você pode nos contar?
Há um monte de coisas em trabalho e no processo de ainda ficar reservado, mas eu não acho que tenho permissão para dizer o que eles são ainda! Posso dizer que vamos rodar o mundo e depois rodar o mundo novamente! Nosso cronograma de turnê está sendo montado agora para ir até 2018. Vamos estar na estrada por um tempo (risos)!

Tradução por Fc Cold Blooded.
22 dezembro

Entrevista para a DIME Magazine











Taylor Momsen deu uma entrevista para a edição de dezembro da revista DIME onde falou sobre o Who You Selling For, próximo álbum da banda e mais. Confira:

6 QUESTÕES PARA TAYLOR MOMSEN DA THE PRETTY RECKLESS!

Jenn Devereaux: ouvindo o seu mais recente álbum, Who You Selling For, ouvimos uma incrível gama diversificada de estilos musicais e influências de faixa em faixa. Músicos e bandas que vieram a minha mente enquanto ouvia o álbum foram Stevie Ray Vaughan, Led Zeppelin, Tool e Alice in Chains. Havia alguma banda em particular que você estava ouvindo durante o processo de composição?
Taylor Momsen: Eu sempre estou ouvindo as mesmas coisas: The Beatles, [Pink] Floyd, The Who, Soundgarden, etc. Tenho certeza de que tudo está refletido nas músicas que eu escrevo - acho que seja o maior elogio que eu possa receber, “Isso soa como os Beatles".

JD: Qual foi o seu maior desafio ao fazer este disco?
TM: escrever é sempre o maior desafio e o maior retorno. Criar algo do nada é um sentimento incrível. Se eu posso fazer algo que eu estou feliz com ele, não há sentimento melhor.

JD: Houve alguma música que não tenha entrado no álbum e, se sim, o que aconteceu com essas músicas?
TM: Na verdade, tínhamos material suficiente para dois álbuns. Decidimos fazer um agora e guardar as outras para mais tarde. Nós ficamos com as músicas que funcionam no momento e guardamos as outras que precisavam de mais trabalho para o próximo disco. Nós já estamos animados para o próximo álbum. Sentimos que os próximos anos serão um trabalho em andamento. Nossa escrita está realmente se elevando. Isso vai continuar a ser o foco principal a cada minuto de folga que tivermos.

JD: Você tem alguma experiência musical memorável que a moldou como uma pessoa?
TM: A vida é uma experiência musical. Começando com minha família, meu pai é um enorme amante do rock and roll. Esse é realmente o começo da minha vida musical. A casa da minha família é como um museu do rock and roll.

JD: O que você mudaria na indústria da música?
TM: A relação entre arte e comércio. É tudo muito estreito. Muitos músicos talentosos são forçados a fazer coisas que não querem artisticamente apenas para ganhar dinheiro. A parte dos negócios só tem que confiar nisso e colocar o tempo e esforço necessário para fazer isso acontecer. Enriquecer não deve ser o objetivo. A fama não deve ser o objetivo. A comunicação através da arte deve ser o objetivo.

JD: Se você tivesse uma hipotética frase para enviar uma mensagem para o universo neste exato momento, qual seria?
TM: Paz e amor. Devemos viver em harmonia uns com os outros e com a natureza.


Tradução por Fc Cold Blooded.

21 dezembro

"Oh My God" é o novo single da The Pretty Reckless



Após o sucesso do hit single n° 1, Take Me Down, a The Pretty Reckless já escolheu o segundo single do álbum Who You Selling For, Oh My God. A música já foi enviada as rádios e já está no chart das músicas de rock mais tocadas nos Estados Unidos. (Saiba como ajudar a pedir nas rádios aqui).

A música também já ganhou um lyric video e o video clipe foi gravado esse mês em Los Angeles, sem previsão de lançamento ainda. A banda não divulgou a capa do single. 


Confira abaixo o lyric video de Oh My God, letra e tradução:









OH MY GOD 
(Letra)

Oh my god, wish I was thin
Wish I was a normal human being
I'm just like them
Stuck in the dirt
I am a victim of my own self-worth

And now I wanna take it back
I wanna take it back
I wanna take it back
To when I was so dumb and so innocent

Oh my god, wish I was black
Wish I had soul and my music attacked
I am so white, shine like the sun
Just like we've been count it down to the one

And now I wanna take it back
I wanna take it back
I wanna take it back
To when I was so dumb and so innocent

Oh my god, wish I could think
Wish I could do something smarter than sing
But I'm just a face
Painted in mud
Don't try for perfect it's never enough

I'm just hanging with my head down
I'm just hanging with my head down
I'm just hanging with my head down
I'm just hanging with my head down

I wanna take it back
I wanna take it back
I wanna take it back
To when I was so dumb and so innocent

Oh my god, wish I was dead
Wish I could turn off the noise in my head
Oh my god, wish I could breathe
Enough air in my lungs to muster a scream
Oh my god, wish I was numb
The weight on my back didn't feel like a ton
Oh my god, wish I could pray
Believe in the words your religions all say
Oh my god, wish I could swim
Cause I'm gonna drown in depression again
OH MEU DEUS 
(Tradução)

Oh meu Deus, queria ser mais magra
Queria que eu fosse um ser humano normal
Eu sou igual a eles
Presa na sujeira
Eu sou uma vítima da minha própria auto-estima

E eu quero voltar atrás
Eu quero voltar atrás
Eu quero voltar atrás
No tempo que eu era tão burra e inocente

Oh meu Deus, queria ser negra
Queria que tivesse soul na minha música
Sou tão branca, brilho como o sol
Assim como contamos até o número um

E eu quero voltar atrás
Eu quero voltar atrás
Eu quero voltar atrás
No tempo que eu era tão burra e inocente

Oh meu Deus, queria poder pensar
Queria fazer algo mais inteligente do que cantar
Mas sou apenas um rosto
Pintado na lama
Não tente a perfeição nunca é o suficiente

Estou apenas pendurada de cabeça para baixo
Estou apenas pendurada de cabeça para baixo
Estou apenas pendurada de cabeça para baixo
Estou apenas pendurada de cabeça para baixo

Eu quero voltar atrás
Eu quero voltar atrás
Eu quero voltar atrás
No tempo que eu era tão burra e inocente

Oh meu Deus, queria estar morta
Queria poder desligar o barulho na minha cabeça
Oh meu Deus, queria que eu pudesse respirar
Queria ter ar suficiente nos meus pulmões para dar um grito
Oh meu Deus, queria estar chapada
O peso nas minhas costas não parecia uma tonelada
Oh meu Deus, queria poder rezar
Acreditar nas palavras das religiões que todos dizem
Oh meu Deus, queria poder nadar
Porque eu vou me afogar na depressão de novo